segunda-feira, 11 de junho de 2012

Vai e vem de prefeito de Caratinga



            Prefeito que já havia sido afastado por ser suspeito

           de envolvimento em um esquema de corrupção 

          volta ao cargo por uma liminar.


Afastado por três vezes, esta também será a terceira vez que o prefeito João Bosco Pessine retorna ao cargo de chefe do executivo. Administração marcada pela instabilidade e processos na esfera judicial, o prefeito, junto a sua defesa jurídica, conseguiu mais uma vez uma decisão favorável ao seu retorno.

O primeiro afastamento ocorreu em agosto do ano passado. Primeiro pela Câmara Municipal, durante uma Comissão Parlamentar , que investigou denúncias referentes às irregularidades na instalação de placas publicitárias na cidade. João Bosco foi ainda acusado pela maioria dos vereadores pelo não repasse de informações solicitadas pelo poder legislativo. O Vice prefeito Aluísio Palhares foi empossado pela primeira vez, mas não chegou a governar,  horas depois,  João Bosco conseguiu junto ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais uma liminar para que retornasse ao cargo.

Após o escândalo na cidade com o surgimento de vídeos denunciando um  esquema de mensalão em Caratinga, uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público de Minas Gerais agregou mais capítulos a um verdadeiro embate jurídico. Esse escândalo envolvia a câmara Municipal de Caratinga. Esses vídeos mostrava nitidamente a participação de quatro vereadores recebendo dinheiro. O que não era pouco. Também envolvimento de um que se dizia líder religioso ( conhecido por Pastorzinho ) que também saia da prefeitura com sacolas e abortado pela imprensa recusou prestar qualquer depoimento.

Depois da volta do prefeito, novas investigações. O Ministério Público de Minas Gerais recorreu e a decisão de seu retorno foi julgada pela Corte Superior, foi quanto então os 25 desembargadores foram unânimes na decisão e mantiveram o prefeito afastado de seu cargo. Novamente sai João Bosco e novamente Aluisio é empossado. Cerca de treze dias à frente da Prefeitura Municipal e uma nova decisão foi anunciada.

A defesa do prefeito recorreu, levando a discussão para a esfera federal e o Superior Tribunal de Justiça, através do ministro presidente, decidiu que pela terceira vez João Bosco Pessine retornará ao cargo.

Em sua decisão, o presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, afirmou que a o afastamento do prefeito, determinado pelo juiz da 2° Vara Cível da Comarca do município, foi “desprovido de fundamento” e constitui indevida interferência do Poder Judiciário. Ainda segundo Pargendler, a atitude causa instabilidade política. Ainda em sua argumentação, o presidente do STJ relatou que não há elemento que comprove que o líder do Executivo de Caratinga possa “dificultar a instrução processual. “Na espécie, é disso que aparentemente se trata, porque a decisão impugnada não indicou nenhum elemento concreto a evidenciar que o requerente [o prefeito] possa dificultar a instrução processual. Ao contrário, a decisão afirma que a prova já constante dos autos é suficiente para demonstrar a existência de graves ilícitos praticados por parte dos réus”, afirmou

Ai volta João Bosco Pessine à prefeitura e desta vez em Desentendimento com o Vice, dmas pela terceira vez e anunciado o afastamento do prefeito. O Vice reluta e não quer tomar posse. Mas ante aos acontecimentos assume o cargo para e poucos dias depois entrega novamente o cargo a João Bosco. Ai fica a pergunta que não quer se calar: E agora?

Até quando veremos este Vai e Vem na prefeitura ade Caratinga? A pacata cidade já virou assunto para notícias e jornais importantes de nosso país.

Isso parece piada, mas é um fato na cidade das palmeiras... vamos ai a verdadeira derrocada do poder publico que não consegue se fazer valer mediante as corrupções denunciadas que envolvem o nome do senhor prefeito do vai-e-vem...


Por Milton Rabayoli com colaboração de ILC.

POLICLINICA DO BAIRRO SÃO PEDRO TORNA-SE PALCO DE PROBLEMAS PARA A POPULAÇÃO


Pacientes e acompanhantes esperando por atendimento


A Policlínica no bairro São Pedro 3 tem se tornado palco de muitos problemas para a comunidade que procura ali atendimento médico. Se por um lado a precariedade e a falta de condições para os clínicos, que sofrem para trabalhar ali, por outro lado a população sofre ao buscar ali atendimento médico.
A falta de acomodações adequadas para proporcionar uma espera mais confortável para os pacientes é um problema que se constata na entrada da clinica. Tem dias que os pacientes tem de esperar muitas horas para ser atendido e esta espera é de uma forma desconfortável e precária.
Outro problema ali facilmente constatado é o despreparo dos seguranças que prestam serviço no local, que não tem paciência ao lidar com os pacientes e seus acompanhantes. Há quem os compare com agentes penitenciários ou carcereiros, tamanha é a grosseria em muitos casos ali.
Claro que há também os pacientes que já chegam ali alterados, nervosos e alguns até embriagado, e querem “descontar” seus problemas nos profissionais que ali atendem. No ultimo dia 6 (maio) um segurança que prestava serviço no local chegou a ser detido.
Segundo pacientes que estavam na unidade de saúde, o autônomo Laerte Mercier chegou nervoso ao local buscando atendimento para a esposa, e criou um atrito com o segurança. O paciente chamou o filho policial, que prendeu o segurança, alegando desacato. O vigia foi encaminhado para o Departamento de Polícia Judiciária de Vitória (DPJ).
De acordo com Laerte Mercier, houve demora para o atendimento de sua esposa ser realizado. “Fiz a ficha e fui para sala de triagem, mas não tinha nenhum médico para atender, e com muito custo conseguiram uma médica", explica.

Quem estava no local disse que a policlínica estava praticamente vazia e que não houve demora no atendimento. “Cheguei por volta de 6h25 para trazer minha neném, estava tão tranquilo que ela foi atendida em menos de dez minutos”, contou a vigilante Natalicia dos Santos. A técnica de enfermagem Daliane Silva disse que o paciente se exaltou. “A médica vinha atender, pediu para aguardar cinco minutos, só que ele entrou, bateu em todas as portas, o segurança veio e pediu para ele sair”, relata.

De acordo com as testemunhas, o segurança chegou para trabalhar e antes mesmo de colocar o uniforme, percebeu o tumulto e tentou ajudar. O paciente não gostou e chamou a polícia. O filho, que também é policial, chegou ao local, e acabou prendendo o segurança. “O vigilante me desacatou e ao meu filho também. E meu filho não sabia de nada, porque eu chamei o Ciodes”, explica Laerte. (e “coincidentemente” o foi o filho policial que foi atender ao chamado).

O médico Diógenes Schuartz disse que ficou indignado com a situação. “É o fim do atendimento médico de qualidade. Os pacientes já chegam muito alterados e acabam agredindo. Infelizmente, aconteceu essa experiência hoje e foi meu último dia, não trabalho mais em pronto atendimento público”, conclui.
Outro tipo de problema no local é o atendimento que está reduzido. “A Policlínica de São Pedro, em Vitória, está com o atendimento reduzido, e tem muita gente saindo sem atendimento de lá. Só tem um clínico atendendo,  e os funcionários sempre nos informam que não sabem se haverá uma equipe no plantão da noite.”
conforme relato de dona Ireni, moradora do bairro São Pedro 3.

Apesar desta  reclamação, a Secretaria Municipal de Saúde garante manter três clínicos por plantão na Policlínica de São Pedro. Esse quantitativo foi definido com base no protocolo do Ministério da Saúde, considerando os serviços prestados pela unidade. O problema é que em fins de semana e em época de frio, por exemplo, este numero é pequeno para atender a população, que já vai para ali estressada devido aos problemas de saúde.
Outro detalhe também é que nem sempre este numero de clínicos é encontrado ali prestando serviço. E pacientes que não querem ser identificados informam que as vezes os médicos estão dormindo nas enfermarias da Policlínica.
Acompanhantes são impedidos de entrar na Policlinica

A solução estaria numa fiscalização maior e mais apurada por parte da secretaria da saúde, em que fosse apurada os verdadeiros problema do local. esta fiscalização poderia também incluir uma auditoria, onde a população pudesse manifestar suas reclamações e sugestões para melhora no atendimento na Policlínica de Vitória, que é referencia em toda a região metropolitana. Esta fiscalização poderia acontecer até mesmo em fins de emana e nas madrugadas, dias e horários estes onde acontecem mais deste tipo de problema.
Através desta fiscalização a secretaria de saúde poderia então planejar e oferecer aos clínicos que trabalham ali melhores condições para atender os pacientes, além claro, de aumentar o numero de clínicos que ali prestam atendimento.
Uma melhora no atendimento a população e nas acomodações na triagem do local traria melhor satisfação por parte dos pacientes.
E sujeitar os seguranças a uma triagem para adaptação no atendimento a população, lembrando que o local é frequentado por pessoas que estão doentes e não merecem serem tratadas de maneira que aumente o seu sofrimento. Um treinamento especifico ajudaria muito na relação paciente-segurança. Alguns seguranças agem ali como se fossem policiais tomando conta de bandidos em delegacias.

Isto é Brasillllll.....

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Chifrudo descobre traição da mulher em DVD pornô!


Um carpinteiro do Condado de Taoyuan, Taiwan, identificado apenas por seu sobrenome, Lee, estava afim de satisfazer suas taras onanistas e resolveu comprar um ingênuo DVD pornô chamado “casos com as esposas dos outros”, que segundo o vendedor foi filmado por câmeras escondidas em motéis.
Lee (direita) comprou um DVD pornô e viu sua mulher (esquerda) transando com seu amigo.  Lee (direita) comprou um 
DVD pornô e viu sua mulher (esquerda) transando com seu amigo. (Foto: Reprodução/Liberty Times)
Lee comprou o DVD em 2002 esperando se “divertir” vendo a esposa dos outros pulando a cerca numa produção amadora. Além de fazer sexo com sua mão, o carpeiteiro torcia pra reconhecer algumas das pessoas no filme e, mais tarde, poder tirar um sarro com os possíveis chifrudos. E o que o carpinteiro torcia pra acontecer, aconteceu. Em uma das cenas do filme, Lee percebeu que os dois protagonistas lhe eram muito familiar. Mas em lugar de ver a mulher de algum amigo o que ele viu foi sua esposa e seu amigo açougueiro numa performance de deixar qualquer profissional do sexo de queixo caído.
Para não perder o dinheiro investido, o carpinteiro assistiu o filme até o final, mas não conseguiu “se divertir” vendo sua mulher fazer coisas com seu amigo que nunca havia feito com ele. Depois de assistor ao DVD, Lee guardou o filme e pediu divórcio da adúltera sem dizer que havia tentado, sem sucesso, “bater uma” pra atuação que ela teve com seu amigo.
Revoltado porque o peso do par de chifres o fez broxar justo na hora em que estava “quase lá”, o carpinteiro tentou tirar satisfação com o açougueiro, que covardemente fugiu da aldeia.
Em agosto de 2008, Lee descobriu que o açougueiro estava trabalhando na cidade de Chungli e foi até lá tomar satisfação com o ex-amigo-comedor-de-esposas. O carpinteiro acertou uma facada na coxa do açougueiro, que o processou por agressão física. Lee tentou argumentar que agiu em legítima defesa da honra e processar o covardão por adultério, mas a justiça não aceitou a argumentação, pois já haviam se passado cinco anos desde que o açougueiro colocou uma galhada na cabeça de Lee.
A justiça queria resolver a situação fora dos tribunais, mas o açougueiro resolveu manter a acusação e agora o carpinteiro corno corre o risco de pegar seis meses de cana e virar donzela na cadeia. Os advogados do chifrudo tentam reverter a pena em multa.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Acredite se quiser...A policia está proibida pela sua administração de fazer seu serviço...A população da Grande Vitória está entregue a própria sorte...

ES: Policiais denunciam que estão proibidos de 

circular com viaturas durante a madrugada 

na Grande Vitória


TV Vitória 



Enquanto a população sofre com a insegurança, policiais denunciam que são proibidos pelo comando da Polícia Militar de circular com as viaturas durante a madrugada na Grande Vitória. Tudo para economizar combustível. As equipes de reportagem da TV Vitória passaram duas semanas monitorando as atividades da Polícia Militar para comprovar a denúncia.  


Na madrugada de terça-feira (08), uma viatura foi flagrada parada na Praça do Eucalipto, em Maruípe. A cena se repetiu na Avenida Fernando Ferrari, Jardim Camburi, Jardim da Penha, Praça de Jucutuquara e na Praça Oito, no Centro de Vitória. Em Cariacica, o problema se repetiu: um carro da polícia foi visto estacionado no bairro Jardim América. Em Vila Velha, na madrugada desta quarta-feira (09), nada menos do que oito viaturas foram flagradas paradas na 2ª Companhia do 4º Batalhão.   

Um policial, que prefere não ser identificado por ter medo de ser punido, disse que a determinação para que as viaturas fiquem paradas veio do comando há uma semana. "A obrigação é de ficar parado nos pontos determinados por eles, de 2 horas da madrugada às 6 horas da manhã, sem circular. O policial só poderia deixar o local com determinação do Ciodes. Com isso, o preventivo que é realizado durante a madrugada fica prejudicado. O pior de tudo é o motivo: temos que ficar parados para economizar o combustível do Estado, que é pago com o nosso dinheiro. Isso é um absurdo", revelou.

Os policiais ainda denunciam que há uma espécie de GPS instalado nos veículos. Caso uma radiopatrulha se desloque sem a determinação do Ciodes, os PMs podem ser punidos. "Quero fazer um apelo à sociedade. Já estou praticamente 16 anos na polícia, sou pai de dois filhos e quero pedir, em nome dos policiais, que as pessoas cobrem das autoridades investimento na Polícia Militar. Senhor Governador, olhe por nós, invista na Polícia Militar, melhore a qualidade do policial. Quando tudo para, quando tudo no Estado falha, nós precisamos estar de pé para manter a ordem e a segurança do Estado e da sociedade. Melhore os nossos salários e acabe com esses problemas que existem dentro da PM, essa instituição tão nobre. Eu tenho orgulho de vestir a minha farda, tenho orgulho de defender o meu Estado", acrescentou.

Em entrevista concedida ao telejornal Balanço Geral nesta quarta-feira (09), o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ronalt Willian Oliveira, explicou que desconhece a determinação mencionada pelo policial. "É claro que a manifestação de qualquer policial é válida, mas afirmo que essa alegação não procede. O que deve estar acontecendo é que as viaturas realmente devem ir aonde a Polícia Militar e o Ciodes determinam. A questão é que não é o policial que deve achar onde deve ir. Isso é controlado pelo Ciodes", comentou.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

ANIVERSÁRIO DE COLATINA É TEMA DA VILA LITERÁRIA


Nesse sábado (13) a partir das 17h30, na Praça Sol Poente a população de Colatina vai poder participar de mais uma edição da Vila Literária. O tema dessa edição é “O Aniversário da Princesa”, em comemoração ao aniversário da cidade.
As crianças e pais que comparecerem na praça poderão se divertir com a Árvore de Livros, pintura facial, bingo literário e a mostra de arte da educação integral com a temática Colatina 90 anos.
Além disso, haverá oficinas de empapelamento indígena, arte com balões, mosaicos, mandalas, brincadeiras e cupcakes.
A Vila contará também com a presença do grupo Tiquequê de contação de história. A Proposta do Grupo Tiquequê é criar espetáculos infantis que unam música, dança, teatro e narração de histórias, reinterpretando cantigas e canções do passado e do presente, sejam elas muito ou pouco conhecidas.
A Vila Literária é mais uma realização da Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Educação, dentro do projeto Colatina Cidade Leitora que visa desenvolver ações de incentivo à leitura entre alunos da rede municipal e junto à população.

BAIRRO APARECIDA RECEBE SINALIZAÇÃO


 A Prefeitura de Colatina, por meio da Secretaria Municipal de Transporte, Trânsito e Segurança Pública, continua com o trabalho de sinalização das ruas da cidade. Na noite desta terça-feira (09) foi feita a marcação de uma ilha na rua próxima à padaria Fransilvânia, na Avenida Silvio Avidos. A mesma sinalização foi feita na descida do bairro Nossa Senhora Aparecida, perto da ACD.
Segundo o secretário de Trânsito, Renan Bragato, essa ilha está de acordo com o código de trânsito e vem para substituir a sinalização emergencial que estava nesses locais. O secretário informa ainda que na quarta-feira começou a ser feita a delimitação de pista, com a colocação da faixa contínua, nas ruas do bairro Aparecida que receberam asfaltamento.

PREFEITURA INAUGURA PRIMEIRO RESIDENCIAL DO “MINHA CASA, MINHA VIDA”


Centenas de pessoas estiveram presentes nesta sexta-feira (12) pela manhã para a inauguração do primeiro conjunto de grande porte das 303 casas do programa “Minha Casa, Minha Vida” em Colatina. A solenidade aconteceu no Residencial Renzo Morelato, no Bairro João Manoel Menegueli.
A inauguração contou com a presença do prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski; do governador, Renato Casagrande; da senadora Ana Rita, do presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda; da secretária de Assistência Social, Júlia Deptulski; do secretário de Estado de Assistência Social Trabalho e Direitos Humanos, Rodrigo Coelho; além de autoridades políticas.
A solenidade contou com a entrega simbólica das chaves que foram entregues para três representantes das famílias contempladas com as unidades. Uma das contempladas foi a portadora de deficiência, Claudia Oscar Assis, que recebeu a chave das mãos do prefeito de Colatina. Claudia recebeu uma das 11 casas que foram adaptadas para pessoas deficientes.
O prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski estava muito feliz com a inauguração do residencial. Segundo o prefeito, obras como essas são muito importantes, pois mexem com o sonho das pessoas. “Hoje para mim é um dia muito importante. Colatina é o primeiro município do Estado a entregar um conjunto do “Minha Casa, Minha Vida”. Eu só tenho a agradecer ao Governo Federal e a Caixa Econômica por serem parceiras da Prefeitura na realização do sonhos das pessoas que irão morar nessas casas”, ressaltou Leonardo.
O governador do Estado também se mostrou muito empolgado com a inauguração das obras. “As inaugurações de hoje mostram que Colatina está saindo na frente em vários aspectos, e é um exemplo de desenvolvimento no Estado. A população só tem a agradecer ao prefeito Leonardo e a Caixa Econômica pela realização dessa obra”, destacou Casagrande.
Após a solenidade, as autoridades políticas seguiram para a visitação de uma das unidades construídas.
Estão em andamento outros dois conjuntos habitacionais. Essas construções têm como objetivo reduzir o déficit habitacional da cidade, especialmente daquelas famílias que residem em áreas de risco e vulnerabilidade social. As obras foram uma parceria entre a Prefeitura, a Caixa Econômica Federal, e o Ministério de Desenvolvimento Social, no valor de R$ 11, 4 milhões.

INAUGURADO O NOVO CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL DO BAIRRO SÃO VICENTE


Aconteceu nesta sexta-feira (12) a solenidade de inauguração do Centro de Referência e Assistência Social “Brunório Serafini”, no bairro São Vicente. A cerimônia contou com a presença do prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski; do governador do Estado, Renato Casagrande; da senadora Ana Rita, do secretário de Estado de Assistência Social Trabalho e Direitos Humanos, Rodrigo Coelho e da secretária Municipal de Assistência Social Trabalho e Cidadania, Júlia Deptulski.
Estiveram presentes também vários moradores dos bairros vizinhos que serão atendidos pelo Cras. As autoridades presentes realizaram a cerimônia com a inauguração da placa de construção e o corte da faixa na entrada do prédio.
A nova sede do Cras foi viabilizada graças a uma parceria entre a Prefeitura de Colatina e o Governo do Estado com um aporte de R$ 400 mil em recursos.
Além de atendimento de assistentes sociais e psicólogas, no local serão oferecidos diversos cursos de capacitação para os usuários do Centro. O Cras também é um local de proteção social básica, responsável pela oferta de serviços, programas e projetos às famílias, grupos e indivíduos, na prevenção de riscos e no fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.
O prédio conta com sala de artesanato, computação, e brinquedoteca, além da sala de som e do projeto Brincando e Aprendendo. A equipe que atende os usuários do Cras é composta por psicólogos, assistentes sociais e técnicos, além de auxiliares de limpeza.

INAUGURADO O RESTAURANTE POPULAR ARNALDO LUPPI EM COLATINA


O município de Colatina inaugurou hoje, 12, o primeiro restaurante Popular. A nova unidade, localizada na rua Pedro Epichin, no bairro Colatina Velha, servirá 1000 refeições por dia, ao preço de R$ 2,00. Os usuários poderão almoçar, de segunda a sexta-feira, das 10h30 às 14horas, a partir de segunda-feira, dia 15.
O Restaurante Popular Arnaldo Luppi, recebeu esse nome em homenagem ao antigo morador e garçon de Colatina, muito querido por todos. ”Uma pessoa simples, alegre, ligada ao trabalho, de fácil relacionamento e com muitas amizades. Viveu aqui mais de 70 anos. Fico muito feliz em voltar a minha terra natal para receber essa homenagem”, disse o filho e juiz da 2ª vara da infância e da juventude de Vitória Paulo Roberto Luppi,, que esteve presente na inauguração junto com a irmã Regina Luppi
O programa é uma parceria entre o município e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). “A comida é balanceada, com a quantidade de calorias necessárias, baixo teor de gordura e sal, contribuindo para uma alimentação mais saudável a população. Além disso, o custo baixo permite que a população de baixa renda usufrua desse benefício”, comentou o prefeito Leonardo Deptulski.
O objetivo dessa unidade é ampliar a oferta à população de baixa renda de refeições adequadas, a preços acessíveis. As instalações têm capacidade mínima de produção de mil refeições diárias. Com apoio do MDS, já foram criados, em todo o País, 89 Restaurantes Populares.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

JARDIM CARAPINA SERRA\ES: UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA URGENTE

O Bairro Jardim Carapina, na Serra, ES, vive dias de verdadeiro faroeste. Todos os dias acontecem tiroteios em meio da rua, o que coloca a vida dos moradores em risco.
Um morador, que por razão e segurança, não quer e não pode ser identificado, contou que no domingo, dia 31 de julho, o culto na igreja onde ele estava fora interrompido por um rapaz ensanguentado que adentrou no templo, tentando se esconder de seus perseguidores. E curiosamente, no mesmo local, no domingo dia 7 de agosto, outro tiroteio em frente a mesma igreja atrapalhou novamente o culto. “E dessa vez houve vitima fatal”, conta, temendo ser identificado. E a jovem Bianca Soares da Silva, 18 anos, foi assassinada com quatro tiros na tarde por volta das 13 horas do dia 25 de julho, na Rua São Domingos, sendo que na noite do dia anterior, outro tiroteio havia acontecido no mesmo local. E os assassinos? Ninguém viu, ninguém sabe, ninguém conhece... Permanecem impunes, andando livremente pelo bairro e impondo o terror nos moradores. E a polícia? Não tem resposta e nem ação...
O problema em Jardim Carapina é a luta pelo domínio total do trafico de drogas no bairro. O bairro foi dividido pelos bandidos em duas partes. A região do ponto final do bairro tem um controle e a região da rua da feira tem outro controle. São duas gangues rivais que se atacam motivados pela ambição de tomarem o poder total. Moradores da região do ponto final não podem nem mesmo passar pela rua da Feira, uma das mais importantes  vias do bairro. E quem mora na região da rua da feira, não pode frequentar a região do ponto final.
São por razoes assim que constantemente os comerciantes são obrigados a fechar seus comércios em pleno horário de trabalho e mesmo escolas suspendem aulas e igrejas tem de suspender suas atividades. Isso acontece por “ordens” dos chefões dessas gangues do bairro.
Todos os pontos de trafico de drogas são conhecidos pela Policia, segundo outro morador, porém nas ruas do bairro é raro vermos trafico de viaturas da Policia. Parece que a policia não tem “interesse” em policiar o bairro e reprimir a criminalidade. Ao contrário, se observa facilmente determinados policiais, usando farda da PM, entrando e  saindo do bairro, onde visitam determinados “locais suspeitos” do bairro. Será  que podemos imaginar que alguns policias se “beneficiam” desse “movimento” que acontece no bairro jardim Carapina?
O que amais precisa acontecer nesse bairro para que as autoridades tomem as devidas providencias, para poder dar aos moradores uma segurança maior dentro da própria comunidade onde vivem? Se não houver uma intervenção policial forte no bairro Jardim carapina, logo teremos um bairro emancipado pelos criminosos que se escondem nesse bairro.
Muitos dos criminosos que ali se escondem são foragidos da policia de outros estados, principalmente do Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Mas o que acontece é que o bairro, que fica num ponto estratégico (bem ao lado da reta do Aeroporto) não é habitado somente por criminosos. Muitos trabalhadores moram ali, e vivem aterrorizados pela forte onde de crimes. Muitos tem medo de falar, por isso, não se encontra quem possa dar informações. Mas a policia sabe exatamente onde encontrar os chefões do crime no bairro Jardim Carapina.
Enquanto a policia se omite, sabe-se lá por que razões, a população sofre debaixo dessa onda criminosa.
Até quando isso será dessa forma?

Apenas um deputado federal participa assiduamente nas sessões da Câmara dos Deputados

De fevereiro a meados de julho, ocorreram 55 dias de sessões na Câmara dos Deputados para votação de projetos de lei, medidas provisórias, propostas de emenda à Constituição e outras matérias. Apesar de a assiduidade dos deputados federais ainda estar abaixo do que os eleitores esperam, o número de ausências caiu no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período em anos anteriores, segundo informações do site Congresso em Foco.
Entre os dez deputados da bancada capixaba em exercício, apenas Manato (PDT) esteve presente em todas as sessões e ocupa o primeiro lugar no ranking de assiduidade. Atrás dele vêm Audifax (PSB) e Lauriete (PSC), que faltaram apenas uma vez. Com 96,4% de presença, Cesar Colnago faltou duas vezes e ficou em terceiro lugar.
As posições seguintes são ocupadas por Paulo Foletto (PSB) - que compareceu a 49 das 55 sessões e tem 10,9% de faltas – e Dr. Jorge Silva e Suely Vidigal que estiveram presentes em 46 dias e têm 16,4% de faltas.
Entre os parlamentares que mais faltaram no primeiro semestre, Rose de Freitas ocupa a primeira colocação. A deputada participou de 41 das 55 sessões e tem 25,5% de faltas. Em seguida, vem Camilo Cola, que faltou 13 vezes e tem 24,1% de ausência, e Lelo Coimbra, com 12 faltas (21,8%).
De acordo com o levantamento, os deputados do país que exerceram mandato nos primeiros meses desta legislatura faltaram, ao todo, 3.762 vezes em dias de sessões deliberativas.
Comparado a anos da legislatura anterior, a assiduidade no plenário nesse primeiro semestre de 2011 foi maior. De acordo o site, no primeiro semestre de 2008, as ausências dos deputados somaram 4.924, enquanto no mesmo período em 2009 se ausentaram 4.892 vezes. No primeiro semestre de 2010, ano recorde em termos de ausência em sessões deliberativas, os parlamentares que exerciam mandato na época faltaram 7.567 vezes.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

DENÚNCIA: VEJA A AÇÃO LIVRE DOS PERUEIROS EM FRENTE A RODOVIÁRIA DE BELO HORIZONTE-MG (TRANSPORTE CLANDESTINO DE PASSAGEIROS)

ASSISTA O VÍDEO E LEIA A MATÉRIA...





A questão do transporte clandestino de passageiros parece não ter nenhum controle em Belo Horizonte, MG.
Não é difícil encontrar “pontos” onde a “oferta” é grande para esse tipo de “serviço” em diversas partes do centro da capital mineira.
Mas o que acontece na em frente a rodoviária  é impressionante.
Bem em frente a entrada da rodoviária de BH, a oferta de serviços de transporte clandestinos acontece de uma forma espantosa...
“Os motoristas (perueiros) competem cada passageiro que por ali passa, chegando até mesmo constranger os pedestres”, afirma um comerciante local que não quer ser identificado.
A qualquer hora do dia é possível encontrar, no passeio da entrada principal do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro, alguém oferecendo viagens para cidades próximas à capital, usando segurança, conforto e economia como argumentos para convencer passageiros com destino ao saguão principal da rodoviária. Se engana quem pensa que a abordagem é feita de forma discreta. Os encarregados pela captação dos passageiros falam alto, dependendo do movimento, se o fluxo de pessoas for grande, até berram, gesticulam, atrapalham passagem e chegam a assustar quem quer entrar na rodoviária.
Os destinos são vários: Governador Valadares, Ipatinga, Montes Claros, Juiz de Fora, Teófilo Otoni, entre tantas outras cidades mineiras.
Os passageiros pagam valor menor do que as passagens nas empresas de ônibus, e ainda com a vantagem de facilidades dos horários e rapidez, porém, sem nenhum conforto ou segurança.
Ao comprar a passagem nas empresas credenciadas, o passageiro passa também a ter um seguro, em caso de acidente, a empresa de transporte rodoviário fica responsável por despesas médicas, por exemplo.
Sem falar que nos ônibus o passageiro ainda dispõe de cinto de segurança e nem pré-cadastro para viajar, entre outros serviços que visam aumentar a segurança do passageiro.
 “O negocio é rentável e estável” declara um desses perueiros que prefere ficar no anonimato. Ele conta que tentou trabalhar numa empresa de telemarketing, mas não conseguiu se colocar no mercado de trabalho. Dai veio a ideia de “trabalhar “ no transporte clandestino, e um amigo conseguiu uma vaga para ele no ponto da rodoviária. Desde então não parou mais, e hoje conta com um lucro de R$2500,00 semanais, livre de quaisquer despesa.
No transporte clandestino, por exemplo, qualquer passageiro viaja sem ser identificado. Por exemplo, se um traficante de drogas usar esse serviço e transportar consigo drogas, e  se em uma barragem da policia rodoviária, ele for pego, e as drogas apreendidas, os demais passageiros do transporte clandestino que estiverem no local serão arroladas como cumplices, assim como o motorista.
Se houver algum acidente com feridos ou até morte, por exemplo, não haverá quem seja responsabilizado, pois o transporte é clandestino, e fica até impossível chegar a algum responsável.
Um outro perigo do transporte clandestino é a parceria dos perueiros com bandidos, que espreitam os veículos a beira das rodovias, assaltando os passageiros,  e supostamente assaltando os motoristas, que na verdade, são arregimentadores de vitimas para esses bandidos. Os passageiros tem as suas bagagens roubadas, podendo ate serem espancados, violentados, ou até mesmo mortos.
Uma coisa que é surpreendente e que acontece na rodoviária de BH, é a cumplicidade aparente dos seguranças que prestam serviço ali na rodoviária. Eles observam o movimento dos perueiros e nada fazem para inibir a pratica do transporte clandestino.
A pergunta que fica aqui é: as autoridades municipais não estão a par desse tipo de pirataria que ocorre ali bem em frente da rodoviária de BH?
Será que esse tipo de transporte, feito em veículos sem nenhuma capacidade para um tipo de  transporte intenso assim, esta sendo permitido”?
A segurança na rodoviária de BH é tão precária assim que deixa os passageiros serem desviados de serviços seguros para ser aventurarem em serviços clandestinos?
Onde estão os fiscais que deveriam atuar nesses pontos? Ao que aparece, os perueiros atuam ali livremente, sem nada que os atrapalhe.
Esse tipo de transporte só tem perigo, e não oferece nenhum tipo de segurança.
Vejamos:
Em caso de acidentes. Não existe quem seja responsabilizado, e o passageiro não tem nenhuma  garantia nem mesmo de socorro, podendo ser abandonados na beira da pista, pois os perueiros não vão querer permanecer ali, esperando a policia rodoviária.
Os perueiros também comentem muitas outras infrações, como velocidade acima do permitido, direção perigosa, atendem celular enquanto dirigem, e se observar bem, eles dirigem até embriagados, pois enquanto esperam por passageiros, eles ficam nos bares localizados em volta da rodoviária.
Em outras palavras, são totalmente irresponsáveis, e colocam a vida de seus passageiros-vitimas em constante perigo. O problema é que eles arregimentam passageiros bem em frente a rodoviária de BH, onde não se encontra uma fiscalização eficiente que venha inibir a prática ilegal.
Não são trabalhadores legalizados, são “contrabandistas de passageiros” e eles acham toda a liberdade para seu trabalho bem onde não deviam estar.
A prefeitura e a policia belo-horizontina os permitem atuar ali de uma forma que impressiona. É fácil ver viaturas paradas em frente a rodoviária, e como pode ser visto no vídeo, os seguranças nada fazem para inibir a atuação destes perueiros. Não se sabe se isso acontece por descuido, por falta de interesse, ou por conivência ou por subornos. Mas o fato é que quem devia combater a pratica do transporte coletivo em frente a rodoviária fica a observar tudo,
Ainda vale a pena frisar que o estado dos ônibus, vans, kombis e até carros pequenos como fiat e fusca, que são usados nesses transportes, tem seu estado de conservação em precárias situações. Os veículos usados no transporte clandestino de passageiros não desafiam a fiscalização apenas nas rodovias que ligam Belo Horizonte à região metropolitana e às cidades do interior, ou entre o aeroporto de Confins e o Centro da capital. E muitas desses veículos são furtados. Perueiros ignoram também os agentes de trânsito na rodoviária de BH. Pessoas são abordadas na entrada do terminal por aliciadores que oferecem, aos gritos, passagens para todos os cantos do estado pela metade do preço das linhas legalizadas. Atraídos pela economia, os interessados ignoram os riscos e são levados a outros pontos para embarcar em vans, ônibus e carros de passeio não credenciados para o serviço pelo Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais(DER-MG).
Outro foco dos perueiros em BH é a Praça da Estação, também no Centro. Eles disputam passageiros com o trem Vitória/Minas e só arrancam se as vans estiverem lotadas. Caso contrário, vão para as imediações do terminal rodoviário à procura de clientes. O Estado de Minas flagrou nesta quarta-feira o aliciamento de passageiros perto da rodoviária. Duas mulheres que iam para Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, foram abordadas na Praça Rio Branco e convencidas a não pegar um ônibus legalizado. O agenciador usou o argumento de que a viagem em “linha alternativa” é mais barata e menos demorada.
Elas aceitaram a proposta e seguiram o homem, a pé, pelas ruas do Centro. Ele carregava a mala de uma delas. Os três desceram a Avenida Paraná até a Amazonas e foram em direção à Praça Raul Soares. No caminho, as passageiras reclamaram da distância. “Para onde está nos levando, moço? Está mais longe que Teófilo Otoni.”
Elas foram levadas ao Terminal Turístico JK, na Rua Guajajaras, Bairro Barro Preto, na Região Centro-Sul, e apresentadas a funcionários da Translin Turismo, empresa de excursões e fretamentos. Pagaram a passagem e ficaram esperando o veículo. Pouco antes das 14h, um ônibus branco, sem logomarca e com placa de Brasília, estacionou no terminal. Outros passageiros já o esperavam. “Esse ônibus passa por Governador Valadares (Vale do Rio Doce), Teófilo Otoni, Itaobim e Almenara (as duas últimas no Vale do Jequitinhonha). Sai de BH diariamente e compramos a passagem no JK mesmo. Para qualquer destino, o preço é R$ 70. No meu caso, vale a pena, pois o bilhete do ônibus que sai da rodoviária para Itaobim custa o dobro”, disse um passageiro que pediu anonimato.
Para o empresário Danilo Miranda, que precisa visitar as filiais de sua empresa com frequência, no interior, a situação do transporte coletivo só será banida das calçadas da rodoviária ou legalizada quando isso interferir no lucro das empresas de ônibus. “Já já esse pessoal, moderniza essa frota de vans e as empresas começarão a perder clientes para eles”, especula Danilo.
Segundo a assessoria de imprensa da Rodoviária, a fiscalização desse tipo de transporte é responsabilidade de órgãos como a Bhtrans, DER e DNIT.

Como combater isso?
·        Aumentar o policiamento próximos aos focos de atuação desses perueiros, e punir severamente os responsáveis por isso.
·        Desabilitar permanentemente os motoristas que forem pegos.
·        Aumentar o policiamento e a fiscalização na rodoviária e na praça da estação, impedindo assim que aconteça por ali esse comercio do transporte clandestino.
·        Um trabalho mais árduo de conscientização via meios de comunicação falada, televisada, imprensa e virtual, mostrando as possíveis consequências do uso desse tipo de serviço.
·        Vincular a pratica do transporte clandestino ao trafico de drogas, pois que forma seria mais eficiente de transporte de drogas pelas rodovias de Minas Gerais? Afinal, os motoristas desse tipo de transporte evitam os postos policiais da Policia Rodoviária, e para isso eles usam de celulares, rádios comunicadores, e até mesmo de serviços da internet tipo Twitter, Orkut, MSN, para informarem uns aos outros dos locais de  blitz, entre outras informações.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

EVENTO DEBATE DESASTRES NATURAIS NO SUL DO ES


As chuvas pro­longadas e enchen­tes que atin­giram o sul do Espírito Santo nos úl­timos anos, causando ca­tástrofes nos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Itapemirim será o tema de seminário proposto por ambientalistas e órgãos go­vernamentais. A iniciativa é do Comitê da Bacia Hi­drográfica do Rio Itape­mirim, em parceria com o Iema, Idaf, Incaper, Polí­cia Ambiental, Consórcio Caparaó, Sindicato Patro­nal Rural de Cachoeiro de Itapemirim, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Castelo, entre outros.
O 1º Seminário “En­chentes e Catástrofe na Ba­cia do Rio Itapemirim” está confirmado para o auditó­rio do Sest Senat no dia 09 de junho, 09 à 17h, em Ca­choeiro de Itapemirim-ES.
A realização do I Semi­nário “Enchentes e Catás­trofe na Bacia do Rio Ita­pemirim é um processo de coogestão entre o Comi­tê da Bacia Hidrográfica do Rio Itapemirim e As­sociação dos Amigos da Bacia do Rio Itapemirim em parceria com a Defe­sa Civil de Cachoeiro de Itapemirim e demais mu­nicípios que compõe a ba­cia hidrográfica: Alegre, Atílio Vivacqua, Caste­lo, Conceição de Castelo, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Itapemirim, Iúna, Jerôni­mo Monteiro, Marataízes, Muniz Freire, Muqui, Pre­sidente Kennedy, Vargem Alta, Venda Nova do Imi­grante, e Lajinha em Mi­nas Gerais.
Programação
9h30
Palestra - Mudanças Climáticas, Enchentes e Secas
Flávio Justino – Universidade Federal de Viçosa
10h30
Palestra - Postos de Monitoramento, Metereológico e Sistema Mí­nimo de Informação sobre as Enchentes na Bacia do Rio Itapemi­rim
José Geraldo – Instituto Capixada de Pesquisa, Assistência Técni­ca e Extensão Rural - INCAPER
11h20
Palestra - Plano Estadual da Defesa Civil
Major André Có Silva – Coordenador da Defesa Civil do Espírito Santo
13h30
Experiência – Plano de Prevenção de Cheias do Rio Castelo
Lúcio Cesconetto – Chefe da Defesa Civil de Castelo e Cristiane Ti­noco – Geóloga da Prefeitura de Castelo
14h - Mesa Redonda
Mapeamento em Áreas de Riscos, Encostas e Margens de Rios
Alexandre Rosa – Doutor em Engenharia Agrícola e Meteorologia e Professor do Centro de Ciência Agrárias da Ufes
José de Aquino Machado - Eng. Florestal - Coordenador da CIPA - Comissão de Implantação do Projeto Produtores de Água do Insti­tuto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – IEMA
Gestão Compartilhada de Recursos Hídricos nas Micro Bacias do ES
Ricardo Alcantra Valory - Eng. Agrônomo - Coordenador de Gestão de Conflitos do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hí­dricos - IEMA
16h30 - Organização da Carta da proposta de Contingenciamento de enchentes da Bacia.

Ao redor do mundo